Agora que é um especialista na parte física do headset, é hora de se interessar pela parte submersa do iceberg... Porque sim, ainda precisa de se interessar...
O nosso objetivo é definir, da maneira mais simples possível, os 5 critérios que deve dominar para fazer uma escolha de fone de ouvido verdadeiramente sensata:
Resposta de frequência
Quando se fala em fones de ouvido, muitas vezes ouve o termo “resposta em frequência”, sem entender bem a que se refere... Para simplificar, é o elemento técnico que influencia a forma como o som é percebido pelos nossos ouvidos. Expresso em Hertz (Hz), varia de 20 Hz a 20.000 Hz, da nota mais grave à nota mais aguda.
Para entender, pense na sua música favorita: o baixo é a bateria, os médios são a voz do cantor e os agudos são os pratos. Portanto, quanto maior a faixa de frequência, mais precisa e equilibrada será a reprodução do fone de ouvido.
Os diferentes tipos de resposta de frequência:
Impedância
É um elemento que influencia diretamente na qualidade sonora do fone de ouvido: a impedância! Expresso em ohms (o famoso símbolo Ω), designa a resistência de um fone de ouvido à corrente elétrica alternada que passa por ele. Quanto mais alto, mais difícil será a passagem da corrente.
Imagine que está a tentar atravessar uma rua: é muito mais difícil se ela estiver movimentada (alta impedância) do que se estiver deserta (baixa impedância).
Baixa impedância vs. alta impedância:
Sensibilidade
Medida em decibéis (dB) e expressa por 1 miliwatt (mW) de potência, a sensibilidade tem impacto direto no volume e na eficácia de um fone de ouvido! Corresponde ao nível de volume produzido pelo dispositivo a uma determinada potência.
Assim, um fone de ouvido de 110dB exigirá menos energia do que um modelo de 90dB para atingir o mesmo nível de som.
Dica profissional: se usar o seu fone de ouvido com um dispositivo móvel, a sensibilidade recomendada será de pelo menos 100dB/mW.
Sensibilidade e impedância: a dupla dinâmica
Redução de ruído
A redução de ruído é um recurso essencial para uma comunicação tranquila no trabalho. Em espaços abertos ou em movimento, é o que evita que qualquer ruído ambiente perturbe a sua experiência auditiva.
Aqui estão alguns elementos para ajudá-lo a entendê-lo em detalhes: Redução de ruído passiva e ativa: nossa análise
Então, passivo ou ativo?
Distorção harmónica
Para entender a distorção harmônica sem muito jargão técnico, imagine que está a tocar piano e de repente cada nota é acompanhada por uma nota fantasma... Não é muito agradável, não é? Pois bem, a distorção harmônica é um pouco assim: é a presença de sons indesejados adicionados ao sinal de áudio original.
Distorções, de onde elas vêm?
Não tem certeza do que precisa?
Responda a estas perguntas para que um de nossos vendedores possa ajudá-lo a tornar o seu projeto realidade!
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